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   <title>Shadow Play [RSS]</title>
   <link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php</link>
   <language>pt</language>
   <description></description>
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<title><![CDATA[But if you're worried about the weather, then you picked the wrong place to stay.]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1318130500&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[E então eu estou em <b>Montevideo, Uruguai</b>. Sinto que traí os meus (pouquíssimos) leitores desse blog por não ter escrito nada de decente sobre esse meu intercâmbio de seis meses. E, como sou preguiçosa, provavelmente mandarei-os acompanhar meu Facebook ou algo assim para terem uma idéia geral do que passa na minha vida montevideana (leia-se: fotos). <br /><br />Porém, apesar dessa minha preguiça, darei a vocês um pequeno e exclusivo post com algumas idéias que provavelmente eu não sairei divulgando nas redes sociais mais famosas - mas que precisam sair desse ambiente claustrofóbico que é a minha cabeça urgentemente.<br /><br /><b>1)</b> Nem todo brasileiro gosta de samba/sabe sambar.<br />Assim como eu imagino que nem todo americano gosta de hambúrguer e que nem todo italiano gosta de pizza. Então, não, ser brasileiro e não gostar de ouvir samba ou de sambar não são eventos excludentes entre si. Open your fucking mind.<br /><br /><b>2)</b> Nem toda brasileira é louca por festa.<br />Uma coisa é você conhecer um país em um período de comemoração e festa (leia-se carnaval). Outra coisa é assumir que a vida nesse lugar é sempre assim e que as pessoas possuem o humor de festa todos os dias. Sejamos coerentes.<br /><br /><b>3)</b> TPM continua sendo chata, não importa em que parte do mundo você esteja.<br />Auto-explicativa.<br /><br /><b>4)</b> Veio fazer intercâmbio? Tem que aprender a aceitar hábitos distintos dos seus.<br />Se os brasileiros costumam jantar às 18h, 19h e os argentinos às 22h, 23h; se os brasileiros tomam mais banhos do que os argentinos (sim, convivo mais com argentinos do que uruguaios, a maioria dos intercambistas aqui é argentina), se os argentinos acham Maradona melhor do que Pelé, apenas... aceite, não fique falando coisas como "está entre argentinos, deve agir como um". Esse negócio de impor cultura já está historicamente provado que NUNCA dá certo.<br /><br /><b>5)</b> Continuo me encantando mais e mais com a literatura moderna russa.<br />Não sei se é o realismo mau-humorado caracteristico, ou a ambientação sucinta dos eventos, sem se prolongar em adjetivos necessários, com ironias e críticas diretíssimas, mas eu saio tão... satisfeita, depois de ver alguma obra russa. Investirei mais nisso aí.<br /><br /><b>6)</b> Pra quem acha que parte do Brasil tem sérios problemas por ser capaz de escutar coisas como funk/sertanejo e afins, pode ficar mais confortável ao saber que cada cultura tem seu DJ de ônibus.<br />Argentinos com seus wachiturros e cumbia villera, por exemplo. Uruguaios com los planchas.<br /><br /><b>7)</b> Se o tema da festa é "wachiturros" (leia-se: galera do gueto argentina, favelado, funkeiro, ladrão), não vá com óculos D&G.<br /><br /><b>8)</b> Se você é francês e quer conhecer a cultura brasileira, não vá diretamente para uma favela.<br />É estúpido. Além de ser perigoso, não nos orgulhamos em manter esse tipo de sistema. Não nos orgulhamos em ter uma parte da população inserida na sociedade dessa forma injusta, sem acesso decente a direitos básicos de sobrevivência e que se mantém por leis de sobrevivêcia quase animalescas, sobrecarregados diariamente com vários podres da humanidade, como corrupção, desonestidade, violência, tristeza, miséria. Se pudéssemos fazer tudo novamente para eliminar essa triste desigualdade social, creio que a resposta, coletivamente, seria sim.   <br /><br />É um erro desse sistema capitalista? Sim. De nossa administração brasileira? Seguramente. É uma fucking vitrine, pra se admirar e se ter dó, representando-a com sua Nikon D3100? Não é. <br /><br />Sabe o mais tragicômico desse último ponto? É bem comum entre esses <i>jovens europeus avant-garde pseudo-revolucionários</i> ir passar uns meses nas favelas brasileiras. Apenas viajam como forma de aliviar a culpa pelo fato de serem ricos e outros, pobres. E esse é o pensamento que mais me irrita. <br /><br />Porque isso não vai consertar nada. É, no mínimo, hipocrisia. <br /><br />Ou eu realmente não fui com a cara dos franceses.<br /><br />Vai entender.<br /><br /><b>9)</b> As padarias uruguaias são perigosas.<br />Para a saúde.<br /><br /><b>10)</b> Uruguaios são mais legais do que argentinos.<br />Não consegui pensar em um adjetivo melhor do que "legal", mas a verdade é que os uruguaios são bem mais humildes. Não é à toa que falam tão mal de nossos hermanos argentinos.<br /><br /><b>11)</b> À medida que se aprende uma língua nova, se desaprende outra.<br />Meu francês já foi removido do meu cérebro involuntariamente; meu inglês virou spanglish e meu português, portunhol. Sim, muchachos, permitam-me a expressão, mas está tudo embolado na minha cabeça. <br /><br /><br /><br />Por hoje é só.<br /><br />[LCD Soundsystem - Tribulations]]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 03:21:40 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[De sua amiga que te acompanhou ao longo dos anos e que te desejou felicitações]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1308190226&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Eu sempre me considerei uma pessoa observadora. Não digo isso porque está na moda se dizer introvertido <i>or such</i>, mas sim porque depois de vários <i>insights</i>, percebi o quanto noto em detalhes pequenos que não eram para serem notados; ou o quanto eu estou parada no meio de uma conversa, acompanhando as direções que os fluxos de palavras tomam, indo de uma cabeça para outra, observando as reações do locutor e do interlocutor. O mais espantoso disso é que eu, incrivelmente, sinto-me à vontade dessa forma.<br /><br />Obviamente, não sou nenhuma <b>Sherlock Holmes</b>, até porque não tenho a suposta memória fotográfica do personagem - quem dera que eu a tivesse! Guardaria pequenas reações por anos: seria fantástico poder ler as pessoas com a mesma facilidade em que julgamos a roupa de alguém. <br /><br />Mas não, eu não tenho memória fotográfica. Eu esqueço, apago e surpreendo-me novamente com reações observadas que não eram para me surpreender novamente. Consigo ser apunhalada da mesma forma várias vezes. Persisto nesse erro. Mas sabe o que é o pior em agir dessa forma? Em ser dessa forma?<br /><br />Parada diante desse fluxo de pessoas, desse vai-e-vem de relações e sentimentos, eu saio da posição de simples observadora e começo a notar mudanças naqueles mais próximos de mim e a traçar novas linhas de raciocínio sobre as diferenças comportamentais que surgem. <br />Eu começo a indagar. <br />E nem sempre saio contente com esse fato. Dizem os mais clichês que nem toda mudança é aceita facilmente e eu terei que me inserir nessa linha gasta de pensamento, infelizmente. Porque até agora, foram várias as mudanças que acompanhei e que não me trouxeram nenhum sentimento de satisfação.<br /><br />Sim, quando vejo alguns amigos/conhecidos meus mudarem suas personalidades, eu me sinto triste. De fato, me vejo deixada para trás, como se minha interação e recepção nunca tivessem feito diferença. Alguns poderiam simplesmente supôr que eu esteja sendo excluída da vida dessas pessoas e que eu esteja tentanto jogar a culpa nelas, por terem conseguido mudar. Não é isso. Eu ainda faço parte da vida dessas pessoas. Mas a realidade é que tenho que sofrer todo dia, com um sorriso prontamente ensaiado na frente do espelho do banheiro, ao ver aquele ou aquela agindo de uma forma completamente diferente do que conheci; diferente, sim e desapontadora também. Essa mudança dói.<br /><br />Sei que a culpa não vai toda para a pessoa, sei que ela é influenciada pelo novo meio em que se encontra, mas é difícil pedir para que ela mantenha sua personalidade? É tão difícil ser você mesmo, não importa onde? Ou você se apresentou a mim como uma pessoa totalmente diferente e agora é que estou conhecendo o que é você, <i> de verdade</i>?<br /><br />Quem é você, afinal?!<br /><br />Causa-me tamanha repúdia quando isso acontece. O problema é quando elas entram na minha vida e resolvem mudar sem minha permissão. Resolvem não ser quem eram. Desculpa, mas eu não consigo acompanhar esse ritmo. Minha capacidade de desapego é enorme e eu tenho coisas mais interessantes para observar.<br /><br />Adeus.<br /><br />P.S.: Mudei a música. The Chemical Brothers again, mas dessa vez da OST de Hanna. Filme foda, OST foda. Recomendadíssimo.]]></description>
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<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 02:10:26 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[só para dizer que eu estou viva.]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1305914182&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[E que estou indo para o Uruguai no segundo semestre.<br /><br /><br /><br />heeeeeell, yeah!]]></description>
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<pubDate>Fri, 20 May 2011 17:56:22 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[eu pensei em colocar "teenage dream", mas sabe como é, não sou fã de kate perry, então o que importa é a tentativa.]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1297400536&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Eu decidi que vou escrever agora sobre qualquer coisa que me passe pela cabeça, para ver se talvez ocorra algum furo no meu bloqueio. Passei dois anos apenas escrevendo maquinalmente relatórios de laboratórios e agora que me deparo com a iniciação científica, estou sem reações. Parece estranho, mas a minha IC é sobre... a semiótica da lingüística - <i>wait for it!</i> - dos falantes brasileiros de francês. Completamente não-relacionado com a minha área, mas confesso que, mesmo estando no terceiro ano de engenharia, não gostaria de me afastar de outras áreas a ponto de virar mais uma funcionária bitolada.<br /><br />Até tentei comprar um caderno novo, mais bonito, ou então canetas novas, mas sem muito sucesso. Daí me lembrei que tinha um blog, com um layout decente, um sistema de postagem razoável (recentemente tive que restaurar os posts, estavam cheios de spams malditos) e coisas pequenas para comentar.<br /><br />Daqui vem, então, <strike>minha primeira diarréia cerebral</strike> meu primeiro comentário: tenho vontade de escrever um livro. Talvez seja algum desejo meu da minha infância/adolescência, como o cara que cresce achando que um dia terá sorte e será chamado pela NASA. A diferença principal é que o cara já não tem mais essa ilusão desde os... arrisco dez anos de idade. Eu tenho vinte e ainda acho que um dia conseguirei. Meio estúpido de mim. Mas sabe quando você tem aquele sonho possível, mas certamente bem distante? Esse mesmo.<br /><br />Já chegou a ter devaneios (uma mania que preciso consertar) e do nada, um pequeno enredo na ponta da língua? Essa é a minha situação. E depois você vai construindo esse enredo, como se fosse uma árvore genealógica, adiciona detalhes, pensa em possibilidades, características, até que... PUF! A realidade te acorda com uma severa freada e você se preocupa em não perder o ponto de ônibus. Ou em mandar a sua parte do trabalho para o restante do grupo. Ou em continuar sobrevivendo.<br /><br />Curiosamente, em mais uma de minhas pequenas viagens não-patrocinadas por alucinógenos (que fique bem claro), cheguei à conclusão que quero ter dinheiro para comprar meu próprio tempo. Um tanto quanto paradoxal. Mas essa história fica para um próximo post, no qual eu aparecerei revoltada por ser pobre e pelo mundo ser injusto.<br /><br />E agora quero terminar de ler um livro que consegui emprestado, mas cuja capa está rasgada. O problema é que não lembro se eu a rasguei, ou se ela veio rasgada; além disso, quanto mais eu leio, mas ela vai rasgando.<br /><br />Vá, Alanis, eu deixo você cantar sobre o quão irônica a vida é. <i>Go ahead.</i>]]></description>
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<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 05:02:16 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[engordo, logo existo.]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1295034733&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Sim, enquanto eu estiver me afundando em guloseimas, significa que ainda há problemas comigo. E enquanto houverem problemas comigo, o blog continuará existindo. Sem mais.<br /><br />Gostei do resultado final do layout. Eu consegui fazer algo <a href="http://astromenegilda.tumblr.com/post/949386970/jubycomics-gumi-from-vocaloid" target="_blank">disso</a>! E como esse semestre está sendo o resultado de um ataque sádico da minha parte durante a matrícula, provavelmente ele permanecerá por um bom tempo. <br />Além disso, tem The Chemical Brothers tocando. Mais viciante que isso, impossível. Melhor, não consigo pensar em nada mais viciante no momento, já que a minha lista de Cálculo Numérico (olhe a genialidade dos matemáticos presente no nome da minha matéria!) deixa-me completamente apática.<br /><br />Eu voltarei decentemente depois. Juro.]]></description>
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<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 19:52:13 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[fix me now]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1273415458&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Pois já que no post anterior eu estava a me perguntar sobre o propósito <strike>da minha existência (resposta: 42)</strike> do meu blog, deparo-me com uma situação que não seja tão peculiar, mas me chamou a atenção em determinado momento, fazendo-me deixar esse questionamento de lado por enquanto. Sei que nunca se deve levar palavras de uma pessoa bêbada a sério (frase esbanjando recheio e com cobertura de senso comum, porém é mais uma daquelas impossíveis de se evitar), mas uma amiga – de fato, bêbada – comentou algo sobre mim: que ela nunca me viu brava com alguém.<br />Algo estalou dentro de mim e acabei entrando em mais um das minhas fases de distração. <i>Am I a robot? I don&#8217;t think so.</i> O que diabos eu faço com toda aquela raiva que eu tenho da vida, por ter me feito desse jeito,  alguém covarde e que se esconde da sociedade? Cheguei à conclusão que fico acumulando essas emoções convencionalmente negativas e nada faço acerca disso. Como uma tábua, horrivelmente perfurada com pregos. Conseqüência: mais um dia com um sorriso no rosto, cumprimentando os conhecidos, custe o que custar, rindo como se o ontem fosse mero fingimento. E um pequeno peso que cresce diariamente.<br />Se isso me destrói por dentro? Não sei, porque ainda resta-me uma dúvida: se sempre tive essa personalidade danificada. Gostaria de saber. Espero, pacientemente, por algum ponto de vista inesperado que leia esse livro fechado que sou e diga que não, ainda há esperanças. Você pode ser aceita: <i>just let it all out</i>.<br />Como isso não aconteceu ainda, volto-me, mais uma vez, ao meu blog, lamentando o fato de que vocês, leitores, são obrigados a agüentar tamanha confusão. <br /><br /><br /><i>Some talk too long, they know it all<br />I just smile and move on.</i>]]></description>
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<pubDate>Sun, 09 May 2010 14:30:58 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[discurso sobre a relativística do tempo]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1271447484&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Não, não sei o que houve comigo. Todo aquele entusiasmo que eu possuía diante de um editor de texto sumiu. Antigamente, isso era uma válvula de escape para todo um mundo cheio de números e de compostos químicos que me cercava. Mas quem precisa de escape quando se está <i>realmente</i> gostando de algo?<br />Sim, eu deveria estar feliz e provavelmente quem lê deve estar feliz por mim (ou não). Ela está gostando do curso, fantástico. Isso é raro hoje em dia. Muitos erram na primeira escolha; mas, também, são tão novinhos, não vamos culpá-los se a sociedade quer enfiar garganta abaixo um senso de responsabilidade descomunal. É, eu realmente estou gostando, apesar de todos os apesares que renderiam um outro post – a internet compartilhada de 100kbps, a falta de dinheiro porque o órgão assistencial da UNICAMP me vê como <i>atleta de nado em cédulas e moedas</i>, o sistema de comunicação falho que alguns amigos meus possuem, as coisas que percebi que <b>foram feitas para não serem percebidas</b>, o montador da cômoda que promete e nunca vem; apenas uma pequena prévia da parte ruim da minha vida ultimamente. <br />Porém, sinto falta de ter aquela vontade, no meio daquela crise emocional <b>pré-durante-e-pós-provas</b>, de sair digitando palavras sem o menor sentido, só para provocar a sensação de alívio. Manter um blog não chegava a ser um tipo de droga alternativa, pois às vezes ele não era exatamente a solução de mais fácil acesso para os meus problemas. Assimilava-se mais a um hobby, porém um meio doentio, já que gerava prazer a partir das decepções.<br />Talvez manter esse tipo de passa-tempo me faça também uma pessoa meio doentia também. Claro que todo o meu choro poderia ser resolvido de uma forma bem simples, passando a postar também sobre coisas boas que me aconteceram (as raras), mas isso implica em alterar todo o propósito da existência do meu blog e iria de encontro ao meu caráter preguiçoso. Eu até poderia tentar passar a escrever sobre o meu curso, já que ultimamente ele está com uma conotação positiva no meu dia-a-dia, só que falar de equações diferenciais ordinárias, eletromagnetismo, estereoquímica e titulações volumétricas não iria entreter por muito mais tempo quem agüentou isso tudo até aqui. <br />Por isso, vou parar antes que algo como demonstrações das transformadas de Laplace apareçam no meio de tantas palavras irritadiças e irei atacar um pacote de biscoito Passatempo enquanto assisto a mais um episódio da série &#8220;Montador de cômoda que nunca vem&#8221;. <br />(...)<br />Ah, vá, a demonstração até que não é difícil.]]></description>
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<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 19:51:24 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[confissões durante abstinência de chocolate]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1267053295&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[<strike>Escrevo</strike> Digito dentro desta cela, sob fortes sintomas causados pelo não-consumo de chocolate dentro do período de um mês. <strike>Minha consciência</strike> Minha cabeça dói. Um tremor está percorrendo meus membros faz alguns minutos, fazendo-me perder parte da coordenação motora. Mal consigo <strike>escrever</strike> digitar. O esforço está custando-me o que eu ainda tinha de sanidade. <br /><br />Suor. Uma gota acaba de escorrer pelo meu rosto, lembrando-me do tempo que me resta. <br />Não consigo pensar.<br /><br />Se vocês estão lendo esse texto agora, eu devo ter chegado ao estágio final da crise. Alucinações, pesadelos e distúrbios do gênero podem estar me caçando neste exato momento. Não sei se agüentarei.<br /><br /><i>"Sayonara."</i><br /><br />Algo está me chamando. Parece-me familiar, mas não tenho certeza disto. Não posso ter certeza. Estou ficando louca. Loucos não possuem certeza - eles não precisam disso. <i>Hey, that's cool.</i><br /><br /><i>"Sayonara, é chegada a hora de retornar."</i><br /><br />Faces começaram a se materializar na minha frente, à medida em que o ar era puxado e arrastava algumas mechas do meu cabelo. Em seguida, seus corpos criaram forma. Por último, um lugar servia de fundo. Era parcialmente arborizado e possuía prédios de formas e alturas semelhantes. As avenidas interligavam as saídas daquele ambiente. Um fluxo de carros também apareceu, mas não foi o suficiente para distrair minha atenção daquelas... coisas. Eu as conhecia. <br />As não-sei-que-diabos-eram abriram a boca e disseram mais uma única frase, em uníssono:<br /><br /><i>"Você não pode fugir."</i><br /><br />Algo estalou em meu pensamento, tão rápido quanto uma lâmpada queimando.<br /><br /><b>Campinas.</b><br /><br />NÃO!<br />Um calafrio percorreu minha espinha. O medo e o terror começaram a me dominar. Meu nível de desespero cresceu a ponto de multiplicar as gotas de suor que escorriam - algumas começaram a cair <strike>no papel</strike> no teclado enquanto eu <strike>escrevo</strike> digito atordoadamente. Eu tinha que terminar <strike>essa carta</strike> esse post. Minha única esperança estava depositada nisso.<br /><br />Sei que minha capacidade de decisões deve estar seriamente afetada. Espero, leitor, que o processo seja reversível. Provavelmente não irei retornar aqui por um bom tempo. Ou talvez eu volte. Eu já não sei de mais nada. Termino esse texto com a esperança de alguém traga-me uma barra de chocolate até sexta-feira, antes das 15:40h. Caso contrário, não irei sobreviver a essa maldição.]]></description>
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<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 23:14:55 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[so...what you doing?]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1265751825&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Digamos que ultimamente estou assistindo demais a Friends, he (vide título). Na verdade, ando aproveitando bem o ócio, antes que as aulas recomecem e todo aquele estresse do final do ano que me afastou da internet e da minha vida social volte. Confesso que não tô sentindo muita falta de Campinas no momento, não (provavelmente esse foi meu lado anti-social falando mais alto). Tenho inveja daqueles que conseguem construir amizades profundas em tão pouquíssimo tempo! Após um ano, digo, sim, que tenho amigos por lá, mas não tão apegados a mim como os de Salvador.  E olha que ainda tenho minhas crises por aqui. <br /><br />Resolvi postar uma meme que vi no blog <a href="http://wo-ai-ni.org/gotcha" target="_blank">dela</a>. Repasso para quem estiver afim de fazê-la.<br /><br /><a href="javascript:expand(document.getElementById('div3'))">Clique para ler o resto</a><br /><div class="dottedBorders" id="div3" style="display:none"><br /><br /><b>Gostaria de escrever como:</b>Anne Rice. Ela consegue criar toda aquela fantasia, momentos tensos, descrições e só te deixa empolgado, viajando mais. Adoro ela. *-* <br /><br /><b>Escolher uma profissão é:</b> trabalhoso. Mas depois que você tem certeza do que quer, percebe que no final, valeu a pena queimar os neurônios com a decisão. :)<br /><br /><b>Socialismo é:</b> Perda de tempo! Pff! Desculpa, sou a favor do sistema capitalista. Socialismo nunca funcionaria comigo. Sou egoísta.<br /><br /><b>Meu pai é:</b> é seria meio inadequado, já que ele está morto a sete anos. Hmm... ele era bem atencioso, fato. Apesar de ser meio calado.<br /><br /><b>Com música tudo fica:</b> fácil! Juro, até consegui passar no vestibular. Eu estudava (e estudo) ouvindo música. :p <br /><br /><b>Com livros tudo pode:</b> imaginar! É a parte que mais adoro quando estou lendo.  <br /><br /><b>O melhor da tv aberta se resume a:</b> nada. Digamos que passei um ano sem televisão na minha kitnet. E, quando voltei para casa, não liguei a tv no canal aberto até agora. Só serve pra ver DVD.<br /><br /><b>Meu computador representa:</b> meu amigo pra todas as horas. <i>How nerd is that?</i><br /><br /><b>Se sofresse de uma doença psiquiátrica seria:</b> psicopatia. Não ter certos sentimentos deixaria a vida muito mais fácil.<br /><br /><b>O que mais detesta nas pessoas:</b> hmm...muita coisa. Muita asneira que vejo no dia-a-dia.<br /><br /><b>Sorte no jogo ou no amor:</b> azar. GRANDE AZAR.<br /><br /><b>Conhece o hino do seu estado:</b> pior que não! Mas sei tocar o hino nacional e umas canções militares toscas. Ah! Sei o hino do Senhor do Bomfim (é, ele tem um, SAUHUHSHSAUAS). Serve?<br /><br /></div><br /><br />[From Dusk Till Dawn -INCH UP- - abingdon boys school]]]></description>
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<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 21:43:45 +0000</pubDate>
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<title><![CDATA[Testando caso o título seja grande o suficiente (e eu esteja high)]]></title>
<link>http://blog.shadow-play.net/cutenews/example2.php?subaction=showfull&amp;id=1265683895&amp;archive=</link>
<description><![CDATA[Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Morbi non condimentum eros. Praesent facilisis massa a lorem lobortis nec tincidunt urna commodo. Vivamus lorem est, gravida porttitor scelerisque et, ornare sit amet magna. Mauris mollis augue id tortor condimentum eu volutpat ipsum adipiscing. Nullam vehicula nisl faucibus turpis elementum vel lacinia quam rhoncus. Morbi lacinia, tortor sed hendrerit dapibus, velit tortor accumsan tellus, id bibendum dolor neque eget dolor. Vestibulum ante ipsum primis in faucibus orci luctus et ultrices posuere cubilia Curae; Ut pretium pretium sapien, in pellentesque erat ornare ac. Donec ut posuere augue. Vivamus tristique libero a elit posuere molestie. Phasellus gravida, sapien at rutrum sagittis, quam elit dignissim justo, non suscipit est elit quis dolor. Etiam rhoncus aliquet tincidunt. Aliquam elit nisl, adipiscing ac ultrices at, tincidunt quis tellus.<br /><br />Aliquam tincidunt ligula ac nibh venenatis eleifend nec mattis est. Aenean convallis enim et purus suscipit imperdiet. In sagittis posuere molestie. Nam viverra semper ullamcorper. Donec vel elit ut augue pretium accumsan. Duis id faucibus nisi. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Proin porta purus ut metus adipiscing sed varius libero fringilla. Donec ac ligula non eros aliquet dapibus. Proin ut ipsum lorem, nec dapibus sem. Suspendisse potenti. Nunc vitae varius ligula. Nullam convallis aliquet accumsan.<br /><br />Cras aliquam sem in nisi suscipit posuere sit amet ut mauris. Aenean lacinia lectus eget magna dictum sed congue urna molestie. Cum sociis natoque penatibus et magnis dis parturient montes, nascetur ridiculus mus. Maecenas nibh nibh, suscipit et aliquam quis, mollis at neque. Donec ornare massa vel arcu sagittis vel hendrerit purus laoreet. Phasellus sed lorem elit, vitae viverra sapien. Mauris nec erat in ante bibendum euismod. Morbi in eros ut nulla blandit tempor. Phasellus eu velit dolor. Proin nec odio id neque laoreet varius. Phasellus mauris nisi, condimentum eu feugiat ac, bibendum id risus.<br /><br />Sed ullamcorper purus sed libero venenatis varius sed sed felis. Nunc pharetra turpis vitae justo ornare vel ultricies lorem eleifend. Proin sed commodo mi. Cras sed nisl erat, at hendrerit sem. Maecenas a lorem a enim interdum condimentum. Vestibulum sit amet urna mauris, at feugiat risus. Ut viverra posuere rutrum. Donec elementum pellentesque suscipit. Ut nec velit non tortor lacinia vestibulum. Nullam at rutrum nulla. Nunc erat velit, tempus tincidunt scelerisque id, imperdiet id tortor. Pellentesque nec metus dui, et vulputate turpis. Proin non eros ut mi tincidunt malesuada. Nullam tristique placerat velit, vel pharetra erat pharetra et. Curabitur fermentum commodo tincidunt. Pellentesque gravida, libero molestie varius ultrices, nisi velit tempor mi, vitae tempus urna enim vel est. Phasellus cursus interdum dapibus. Donec nec velit in ipsum euismod pharetra vel quis massa.<br /><br />Curabitur blandit ipsum at ipsum facilisis quis congue purus suscipit. Suspendisse iaculis, lectus nec ultricies viverra, mi urna venenatis ante, ac viverra mauris risus eu risus. Sed non nisl nulla. Maecenas varius dui ut magna tincidunt non sodales mauris lacinia. Suspendisse congue porta leo, a imperdiet neque tempor vulputate. Morbi malesuada convallis enim nec accumsan. Nunc blandit molestie mi, vestibulum bibendum nulla pellentesque non. Quisque id odio vitae risus dapibus tristique sit amet sed ipsum. Fusce faucibus diam sit amet sem aliquam vel porttitor tortor dictum. Nullam diam nisl, tincidunt nec blandit sed, lacinia eget lorem. Nam lobortis quam eu enim ullamcorper a rutrum orci adipiscing.]]></description>
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<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 02:51:35 +0000</pubDate>
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